domingo, 4 de setembro de 2011

Brasil pede que japoneses invistam em centros de P&D no País


Iniciativa faz parte da estratégia do governo brasileiro para que o conhecimento fique no País e estimule a inovação 


O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Fernando Pimentel, convidou empresários japoneses a ampliar investimentos no Brasil e a trazer centros de tecnologia e pesquisa para o país. "As fábricas continuam sendo muito benvindas, mas queremos atrair centros de pesquisa e desenvolvimento para agregar valor aos nossos produtos", disse.  O ministro falou aos estrangeiros esta semana em Salvador, durante a 14ª. Reunião Conjunta do Comitê de Cooperação Brasil-Japão, promovido pela Confederação Nacional da Indústria e sua equivalente japonesa, o Nippon Keidanren.

A corrente de comércio entre os dois países somou 8 bilhões de dólares no primeiro semestre de 2011, um aumento de 33,4% em relação ao mesmo período de 2010. O Japão é o sexto país para o qual o Brasil mais exportou (3,9 bilhões de dólares) e o sétimo de onde mais comprou.  Segundo o Banco Central, em 2010, o Japão foi o 7º maior país investidor no Brasil, com aproximadamente 2,5 bilhões de dólares aplicados no país. Neste ano, o investimento acumulado até junho chegou a 2,3 bilhões de dólares. Dados acumulados até junho de 2011 mostram que os investimentos japoneses já alcançam o volume de 2,3 bilhões de dólares.

O governo brasileiro está se esforçando para atrair centros de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), principalmente na área de TI, em razão de muitas indústrias estarem atuando no País apenas com a montagem de equipamentos.  Um pacote de incentivos foi criado para as que trouxerem laboratórios para o Brasil. A iniciativa atraiu empresas como a IBM, que após 94 anos de operação no Pais, instalou aqui o seu primeiro centro de P&D. A General Electric também anunciou uma unidade criar soluções no Brasil. O governo negocia empreendimentos nesse modelo com outras companhias como ZTE e Huawei.

Fonte : http://www.cidademarketing.com.br

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Eletrobras Eletronorte investirá R$ 40 mi em P&D em 2011


 Eletrobras Eletronorte, cuja rede de dados poderá ser utilizada pela Telebrás para implantação do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), prevê investir 40 milhões de reais em projetos de pesquisa e desenvolvimento em 2011. Os gastos estão no orçamento do Plano Diretor de Inovações Tecnológicas companhia para o período de 2011-2014 e visam atender a Política de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&D+I) 

A estatal divulgará em 2011 em seu site três chamadas para a contratação dos fornecedores. A primeira deve acontecer em fevereiro. As novas   demandas contemplam manutenção da transmissão, operação da geração, meio ambiente. 

A Eletrobras Eletronorte também vai buscar inovações introdutivas, como tecnologia para geração hidrelétrica de baixa queda, fontes alternativas (eólica, hidrocinética, solar e biomassa) e armazenamento não-convencional de energia elétrica. 

A Lei 9.991, de 24 de julho de 2000, exige que 0,4% da receita operacional da receita líquida de empresas do setor elétrico seja investida em projetos de P&D. “Há uma orientação das necessidades e percentuais distribuídos pela Eletrobras Eletronorte no seu Plano. 

A meta é termos 50% do que buscamos em inovações incrementais, 20% em estratégicas, 20% em introdutivas e 10% em disruptivas”, afirma o gerente dos programas de pesquisa e desenvolvimento da Eletrobras Eletronorte, Álvaro Raineri. 

Inovações incrementais são aquelas que melhoram algum processo já presente na estratégia da Empresa. O grupo de inovações introdutivas refere-se à criação de algum tipo de negócio ou atividade nova na Empresa. A disruptiva trata de algo totalmente inovador, ainda não implantado pela Empresa. 

Entre os projetos de Pesquisa e Desenvolvimento já executados pela Eletrobras Eletronorte destacam-se as medidas de fluxos de gases de efeito estufa nos reservatórios hidrelétricos da Amazônia, o cadastro georreferenciado de linhas de transmissão e monitoração com sensoriamento remoto e a logística para atuação na manutenção das linhas de transmissão no trecho Imperatriz-Presidente Dutra. 

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Brasil e Colômbia buscam estreitar relações em diversos setores


Bogotá, 27 jul (EFE).- Telecomunicações, transporte e energia são alguns dos setores que o Brasil e a Colômbia podem intercambiar experiências e fazer negócios, afirmou nesta quarta-feira o representante do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) no país andino, Javier León.
'Há muito potencial de desenvolvimento (no investimento entre Brasil e Colômbia), há convergências nos setores de ambos os países, em transporte e telecomunicações, em temas de agronegócios, energia e mineração, e em temas de serviços financeiros, entre outros', assinalou León.
Assim sustentou durante uma entrevista coletiva onde apresentou a agenda do primeiro fórum de investimento Colômbia-Brasil, acompanhado do embaixador brasileiro Antonino Mena Gonçalves e da presidente da organização estatal colombiana Fundo de Promoção de Exportações (Proexport), María Claudia Lacouture.
O fórum será realizado no dia 4 de agosto em Bogotá e contará com a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do líder do país andino, Juan Manuel Santos, e outras 550 pessoas, entre líderes empresariais e autoridades de ambos os países.
'Acredito que este evento será uma grande oportunidade para identificar perspectivas de negócio e pontos de encontro entre empresários brasileiros e colombianos', assinalou León.
Entre as convergências se encontrariam as telecomunicações, onde o Brasil possui empresas 'altamente desenvolvidas', segundo Gonçalves, e o Governo de Santos pretende alcançar 8,8 milhões de conexões de banda larga em 2014, a partir das 3,6 milhões atuais.
Por sua vez, a Colômbia pode fornecer experiência em sistemas de transporte em massa urbano, em convivência e em segurança.
Lacouture indicou que, além do evento do dia 4 de agosto, em 1 e 2 de setembro uma delegação do Proexport viajará ao Brasil para realizar rodas de negócio entre empresários brasileiros e colombianos.
O fluxo comercial entre a Colômbia e o Brasil quadruplicou desde 2004, até chegar a US$ 3 bilhões anuais, segundo dados do BID.
No entanto, o banco adverte que o número 'está longe do potencial de integração entre os dois países de maior população da América do Sul'.
A população do Brasil chega 190,7 milhões de pessoas, e a da Colômbia - 46 milhões.
Uma das prioridades do BID é fomentar uma maior integração sul-sul. O objetivo é destinar 15% de seus empréstimos para facilitar o fluxo de bens e serviços entre os países América Latina e Caribe.
O BID dispõe de um capital de US$ 170 bilhões e uma capacidade para emprestar anualmente US$ 12 bilhões. EFE
Fonte : http://g1.globo.com

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Ciencia sem fronteiras

Os estudantes candidatos também devem ter como área de estudo uma das indicadas como de interesse do CsF (Engenharia e demais áreas tecnológicas; Ciências Exatas e da Terra; Biologia; Ciências Biomédicas e da Saúde; Computação e Tecnologia da Informação; Tecnologia Aeroespacial; Fármacos; Produção Agrícola Sustentável; Petróleo, Gás e Carvão Mineral; Energias Renováveis; Tecnologia Mineral; Tecnologia Nuclear; Biotecnologia; Nanotecnologia e Novos Materiais; Tecnologia de Prevenção e Mitigação de Desastres Naturais; Tecnologia de Transição para a Economia Verde; Biodiversidade e Bioprospecção; Ciências do Mar; Indústria Criativa; Novas Tecnologias e Engenharia Construtiva, e Formação de Tecnólogos).


O Pibic tem entre seus objetivos despertar a vocação científica e incentivar novos talentos potenciais entre estudantes de graduação; contribuir para reduzir o tempo médio de titulação de mestres e doutores; propiciar à instituição um instrumento de formulação de política de iniciação à pesquisa para alunos de graduação e proporcionar ao bolsista, orientado por pesquisador qualificado, a aprendizagem de técnicas e métodos de pesquisa, bem como estimular o desenvolvimento do pensar científico e da criatividade, decorrentes das condições criadas pelo confronto direto com os problemas de pesquisa.

As cotas de bolsas de Iniciação Científica, de Iniciação Tecnológica, de Mestrado e Doutorado são oferecidas às instituições de ensino e pesquisa e aos cursos de pós-graduação. Os interessados devem solicitar as bolsas dessas modalidades diretamente às referidas instituições, não ao CNPq.


O objetivo desse Programa é a formação de recursos humanos altamente qualificados nas melhores universidades e instituições de pesquisas estrangeiras, com vistas a promover a internacionalização da ciência e tecnologia nacional, estimular pesquisas que gerem inovação e, conseqüentemente, aumentar a competitividade das empresas brasileiras. Esse objetivo será concretizado por meio da expansão significativa do intercâmbio e da mobilidade de graduandos, pós-graduados, pesquisadores e docentes brasileiros no exterior.


A expectativa é de que, em médio prazo, essas ações acarretem também maior fluxo de investimentos estrangeiros voltados à formação de recursos humanos, à promoção da inovação, da ciência e tecnologia no país. A expansão dessa força de trabalho altamente qualificada se dará em duas vertentes: O aumento expressivo da presença de estudantes de graduação, pós-graduação, pós-doutores e docentes brasileiros em instituições de excelência no exterior, em áreas do conhecimento definidas como prioritárias, e o estímulo à vinda de jovens talentos e pesquisadores estrangeiros de elevada qualificação para o Brasil, com atuação em áreas de interesse do país.

Fonte : http://www.planetauniversitario.com/index.php?option=com_content&view=article&id=23524:programa-ciencia-sem-fronteiras-concede-a-primeira-cota-de-bolsas&catid=22:bolsas-e-concursos&Itemid=74

domingo, 14 de agosto de 2011

energia limpa= desenvolvimento


Energia limpa = Desenvolvimento

os investimentos em energia limpa pode acelerar a implementação dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs), as oito metas acordadas mundialmente para reduzir a pobreza até 2015, afirma o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) em uma nova publicação.
A “economia verde” é aquele que “não só melhora o bem-estar humano e faz com a desigualdade diminua, mas também reduz os riscos ambientais e de escassez ecológica”, diz o “Informe para Formuladores de Políticas sobre a Economia Verde e de Desenvolvimento do Milênio”, que também enfatiza a natureza interconectada dos oito ODMs.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

pesquisa e desenvolvimento

O avanço de P&D no Brasil

 Inovação entra de vez na agenda. Finalmente!
Em 2006, o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) lançou, por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), o primeiro edital para a concessão de subvenção econômica (recursos a fundo perdido) a empresas interessadas em investir em inovação. De lá para cá, a demanda tem sido crescente. No total, chegou a 8.890 projetos, dos quais, 791 foram aprovados, a um custo de R$ 1,5 bilhão para os cofres públicos. Neste ano, serão liberados mais R$ 600 milhões para essa modalidade.
Na Finep os desembolsos saltaram de R$ 117 milhões em 2004 para R$ 1,6 bilhão no ano passado. No BNDES, as liberações para projetos de apoio à inovação saltaram de R$ 105 milhões em 2006 para R$ 1,3 bilhão em 2008 – até outubro de 2009, os empréstimos haviam atingido R$ 980 milhões
O governo federal, que tem tido um papel importante na alavancagem das aplicações privadas em P&D, não se deixou abater pela crise. Os dados de execução orçamentária do MCT mostram que, em 11 anos, os recursos para C&T, excluídos os gastos com pessoal, cresceram 506%. O Brasil está começando, finalmente, a entrar na corrida das nações nessa área. A combinação de investimento público e privado tem elevado de forma expressiva o dispêndio nacional em P&D.

Atualmente cresce mais e mais...